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Parceiros / Os Nossos Artistas

AMADEO DE SOUZA-CARDOSO (Manhufe, 1887)

Pertencente à primeira geração de pintores modernistas portugueses, Amadeo destaca-se pela qualidade excecional da sua obra e pelo diálogo que estabeleceu com as vanguardas históricas mundiais do início do século XX. A sua pintura articula-se de modo aberto com movimentos como o cubismo o futurismo ou o expressionismo, atingindo em muitos momentos – e de modo sustentado na produção dos últimos anos – um nível em tudo equiparável à produção de topo da arte internacional sua contemporânea.A morte aos 30 anos de idade irá ditar o fim abrupto de uma obra pictórica em plena maturidade e de uma carreira internacional promissora, mas ainda em fase de afirmação. Amadeo ficaria longamente esquecido, dentro e, sobretudo, fora de Portugal. Só muito recentemente Amadeo de Souza-Cardoso começou o seu caminho de reconhecimento historiográfico.

NADIR AFONSO (Chaves, 1920)

Diplomou-se em Arquitetura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto e em 1946 estuda pintura na École des Beaux-Arts em Paris e obtém por intermédio de Portinari uma bolsa de estudo do governo francês. Em 1951 colabora com o arquiteto Le Corbusier e Fernand Léger e de 1952 a 1954, trabalha no Brasil com o arquiteto Oscar Niemeyer. Nesse mesmo ano regressa a Paris e retoma o interesse pela arte cinética, altura em que desenvolve estudos sobre pintura e que denomina “Espacillimit”. Na vanguarda da arte mundial, expõe em 1958, no Salon des Réalités Nouvelles, o trabalho ”Espacillimités” animado de movimento. Em 1965, Nadir Afonso abandona definitivamente a arquitetura. Consciente da sua inadaptação social isola-se e dedica a vida à criação da sua obra. Em Outubro de 2015 foi inaugurado o Museu Arte Contemporânea Nadir Afonso, projeto do Arquiteto Siza Vieira.
www.nadirafonso.com

SOFIA AREAL (Lisboa, 1960)

Sofia Areal é uma das mais conceituadas artistas portuguesas da atualidade. Iniciou a sua formação no Reino Unido com os cursos de Textile Design e o Foundation Course no Hertfordshire College of Art and Design, em St. Albans. Em Portugal, estuda nos ateliers de Gravura e Pintura do Ar.Co., em Lisboa. Expõe coletivamente desde 1982 e individualmente desde 1990. Durante os seus mais de 30 anos de carreira, além da pintura e do desenho, desenvolve a sua atividade também nas áreas da ilustração, design gráfico e cenografia. Mais recentemente, em 2012, ilustra a revista Colóquio Letras, publicada pela Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2013 lança um livro juntamente com o Professor Emérito de Harvard, Allan Hobson – “Criatividade / Creativity e expõe no México. Segue-se uma exposição na China (Macau S.A.R.) em 2014. Através desta colaboração com a Antiflop, a artista vem agora, com um novo olhar, reatar com os têxteis, atividade com que iniciou a sua formação de artista plástica. As suas obras encontram-se representadas em coleções privadas nacionais e internacionais e em instituições: Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação de Serralves, Caixa Nova da Galiza, Fundação FEVAL, Caceres, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Fundação Carmona e Costa, Millennium BCP, Coleção Novo Banco, Fundação PLMJ Advogados, Fundação D. Luís I – Centro Cultural de Cascais, entre muitas outras.
www.sofiaareal.com

VANESSA TEODORO (África do Sul, 1984)

Vanessa Teodoro a.k.a The Super Van, é uma artista plástica portuguesa que tem vindo a marcar cada vez mais o seu lugar na arte contemporânea do nosso país.Estudou publicidade e design gráfico, áreas onde vai buscar o conhecimento que considera fundamental para a sua identidade visual. O seu traço é figurativo e balança entre as cores fortes, a provocação, os contrastes, o caos e o humor. Começou a dedicar-se exclusivamente à ilustração em 2010 e desde então tem trabalhado com inúmeras marcas de renome internacionais como o IKEA, MTV, Canon, Lacoste…Vanessa tem um gosto especial por aventurar-se em projetos de street art, onde o desafio das peças de domínio público com grandes dimensões, têm-na mantido cada vez mais ligada ao meio.
www.thesupervan.com

JOSÉ DE GUIMARÃES (Guimarães, 1939)

Desde 1995 que o artista reparte a sua vida entre Lisboa e Paris. Uma estadia em Angola na década de 60 do século passado, tornar-se-ia determinante na definição do seu vocabulário artístico, assim como o contacto com especialistas em etnologia africana. Nasce assim um projeto artístico movido por uma tentativa de osmose entre duas formas de expressão plástica, a europeia e a africana. Mas se a primeira década de produção artística se baseia em África, nos mais de quarenta anos de trabalho, encontram-se séries completas dedicadas às culturas chinesa e japonesa, à arte de Rubens, à literatura de Camões ou à conceção particular da morte no México. Nos últimos anos, verifica-se que o seu percurso reflete uma vocação de formas e figuras tendencialmente cosmopolita. Tendo realizado numerosas exposições em vários países e, para além de exposições individuais realizadas na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 1978), no Palais des Beaux-Arts (Bruxelas, 1984), no Museu de Arte Moderna (Cidade do México, 1987) e na Fundação Serralves (Porto, 1992) na última década, viu serem-lhe dedicadas exposições antológicas ou retrospetivas em Portugal, na Alemanha, em Tóquio, na Suíça, no Brasil, em Espanha, em Luanda, em Itália, em Bruxelas e na China. Em 2012, é eleito Presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes.O seu trabalho, representado nas mais relevantes coleções institucionais em Portugal e um pouco por todo o mundo (com especial incidência no Japão e Alemanha), propõe cruzamentos com a arte de civilizações não ocidentais – africana, chinesa e mesoamericana uma busca incessante de relações não verbais, a que não é estranho o labor de colecionador a que se vem dedicando há várias décadas.
www.facebook.com/josedeguimaraes

ANTÓNIO SOARES (1973, Angola)

O artista vive e trabalha no Porto. É licenciado pela Faculdade de Belas Artes do Porto em Artes Plásticas/Pintura. Paralelamente à docência, desenvolve a atividade de freelancer como ilustrador, com colaborações impressas em algumas publicações nacionais tais como, “Portuguese Soul Magazine”, “Inútil”, “Fora de Série”, Nuno Baltazar, Parfois, Luís Onofre, entre outras. A nível internacional colaborou com Pull&Bear, JOYCE- Hong Kong, Dolce&Gabbana, Karl Lagerfeld, Vogue China, entre outros.
www.antoniosoares.tumblr.com

NÉLIO SALTÃO (Amieiro, 1949)

Nélio Saltão é membro de honra da ”família” da Galeria de Arte do Casino Estoril. Pintor de grande de qualidade. A sua paleta é riquíssima. A sua cor preferida é o vermelho, tendo feito em Janeiro de 2008, uma das melhores exposições da sua vida a que, justamente chamou “Red”. É um dos pintores que mais subiu em qualidade na sua geração de artistas plásticos. As exposições de Nélio Saltão são festivais abstratos de cor, cores fortes, pujantes, são cores com que se faz a Pintura: a Beleza e a Cor por excelência.
www.facebook.com/nelio.saltao

JOÃO FEIJÓ (Lisboa, 1963)

João Feijó iniciou-se na difícil técnica da aguarela em 1975, mas desde 1984 que também se dedica a outras técnicas como óleo, acrílico, fotografia, carvão, arte-digital e escultura. Começou a trabalhar com a Galeria Multiface e desde 1984 que se dedica unicamente às Artes Plásticas. Frequentou o curso de pintura, fotografia e escultura na Ar.Co. e o de desenho na Sociedade Nacional de Belas Artes. Trabalhou também em conjunto com artistas de renome: Moreira Aguiar; Vieira Baptista, Gustavo Fernandes e Artur Bual. Grande parte do seu trabalho encontra-se em coleções particulares, públicas e estatais espalhadas por vários cantos do mundo, nomeadamente no Canadá, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Bélgica, Brasil, Estados Unidos da América, Japão, Macau, China, Tunísia, França, Austrália, Holanda e Angola e no espólio de arte do Vaticano em Itália. Por mais de 18 anos, também foi curador, galerista e diretor, responsável por eventos de arte importantes a nível nacional e internacional.
www.joaofeijo.com

LUÍS FILIPE DE ABREU (Torres Novas, 1935)

É Professor Catedrático da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e membro efetivo da Academia Nacional de Belas-Artes. Desempenhou funções de consultor artístico e técnico no domínio das artes visuais e design junto de entidades públicas, privadas e organismos do Estado. Tem desenvolvido atividade artística em campos muito diversificados da pintura e do design. Trabalhando em continuidade junto de empresas especializadas em técnicas gráficas de alta precisão e segurança para a produção de notas de banco, obteve elevado nível de especialização neste difícil e raro campo de atividade. Presente frequentemente em exposições coletivas de pintura, desenho, tapeçaria, serigrafia, filatelia e medalhística nas Galerias Pórtico, SNBA, S.Francisco, Casa da Imprensa, Casino Estoril, Neupergama, Santa Joana, Verney, Pousão, Trema, Magia-Imagem. É responsável pela nota de 100 escudos evocativa do centenário do nascimento de Fernando Pessoa e que a Antiflop reproduziu num lenço inserido na coleção Iconic by Antiflop.

FERNANDO ÁLVARO SECO (séc. XVI)

O Cartógrafo foi o autor da primeira representação conhecida do conjunto do território continental português, datada de 1561 e que é hoje um verdadeiro ex-libris da Cartografia nacional. A carta de Álvaro Seco percorreu o Mundo, dando a conhecer o nosso país durante pelo menos um século.